Jéssica, Norma e Cláudia Filatro

recebendo Cesta Dietética

“Meu nome é Norma Aparecida, sou tia da Jéssica B.M., portadora de diabetes tipo 1, adquirida com 3 anos idade (em 1993).
Hoje ela tem 15 anos, sem mãe, sim porque ela foi embora, quando ficou sob os meus cuidados e de minha mãe aposentada que ganha apenas 1(hum) salário mínimo, a Jéssica chegava a usar a mesma seringa durante uma semana, somente comprávamos a adequada quando sobrava dinheiro, senão ela usava as seringas distribuídas pela Prefeitura que eram tão grandes (leia-se específica p/adultos) que a barriga dela ficava com hematomas, fora o braço que ficava deformado das picadas; quanto às tiras para dextro (uso obrigatório p/ pacientes diabéticos tipo 1) era artigo de luxo, e eu só comprava quando ela ficava internada (é o Hospital também não tinha), porque
ela ficava mais em hospital do que em casa.
Os exames de hemoglobina glicada dela chegaram a 21% (o normal é 7%), até que por intermédio de uma amiga contando o meu drama conheci a Cláudia que hoje é da ONG JD, ela me disse que a Cláudia corria atrás, lutava e conseguia tiras de dextro - não que eu não lutasse mais as portas eram sempre fechadas.
Através da Cláudia (ONG JD), consegui as canetas de insulinas, as insulinas, tiras de dextro e cestas básicas. Diante disso, o exame de hemoglobina glicada dela de 21% (vinte e hum por cento) baixou para 8% (oito por cento), um grande milagre nunca mais a Jéssica teve um HI (acima de 600mg/dl), ao contrário agora eu me preocupo com ela porque abaixa demais. Em primeiro lugar agradeço a Deus e em 2º este anjo que Deus enviou para lutar por essas crianças tão carentes, este anjo que esta à frente da ONG JD, este anjo de coração de gigante (Cláudia). Continue sempre assim, pois o mundo precisa de pessoas especiais como você.”
Norma Aparecida
GUARUJÁ/SP