Sr. Claudemir - SANTOS/SP

Charliane - GUARUJÁ/SP

Fabiana - PRAIA GRANDE/SP

Ana Carla - SÃO VICENTE/SP

Luciano - SANTOS/SP

Tereza - GUARUJÁ/SP

M.A.N.G - SÃO VICENTE/SP

Amanda - GUARUJÁ/SP

Norma - GUARUJÁ/SP

Léo - (filho Cláudia)

Cláudia Filatro - (presidente)

 
Em cumprimento a sua missão, a ONG JD, vem provendo amor, orientação e meios aos portadores de diabetes tipo 1 da Baixada Santista/SP, assim como para seus familiares, confira nos depoimentos abaixo!















Amanda e Rayssa










Rayssa, 5 anos


“Meu nome é Amanda sou mãe da Rayssa de apenas 5 anos de idade, portadora do diabetes tipo 1 insulino- dependente e gostaria de relatar como tudo aconteceu na vida da minha filha.

No ano de 2003 a Rayssa ficava em uma creche e começou a se sentir mal, quando levei-a ao P.S próximo a minha casa e lá foi diagnosticado que a mesma estava com a glicemia alterada com 598 mg/dl, aí começou a mudança da minha vida, mas em tudo dou graças à Deus pois Deus tomou um caminho na minha vida onde não tinha condições de estar comprando as medicações, mas Deus foi a minha condição permitindo que eu conhecesse a Cláudia (presidente da ONG JD), que me orientou em tudo o que eu precisei, pois tinha dia que eu não verificava a glicemia da minha filha porque não tinha tiras de dextro , atualmente há cerca de 1 ano e meio, estou recebendo toda medicação gratuita, assim como a alimentação dietética, pois não tinha a menor condição financeira de comprar, mas hoje é diferente com a ajuda da ONG JD (cerca de R$ 525,00/mês) a minha filha tem o privilégio de fazer o tratamento adequadamente inclusive com a dieta correta; desde de o dia em que a minha filha foi cadastrada na ONG JD posso dizer que nunca mais faltou nada para ela e com isso é grande a minha alegria e ver que uma criança de apenas 5 anos sendo consciente do que ela pode comer e  essa conscientização agradeço primeiramente á Deus e a Cláudia (presidente da ONG JD), pois muitas vezes fiquei em desespero quando via minha filha comendo açúcar escondido aí ligava para a Cláudia para conversar, e ela conseguia conscientizar a Rayssa que o que ela estava fazendo era errado e hoje vejo o amor que a Cláudia tem por essas crianças. e posso dizer que em todo esse tempo de diagnóstico nós pais temos que ter a consciência de que essas crianças dependem da gente da nossa ajuda para que futuramente não tenham nenhuma complicação, pois temos que fazer a nossa parte.”   

Amanda M. Abreu, auxiliar de enfermagem e
voluntária da ONG JD
GUARUJÁ/SP  22/10/2006


 
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